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Presidente da Frimesa debate os rumos da proteína suína no I Fórum de Agroindustrialização

11 Jun. 2026 < 1 min de leitura

Presidente da Frimesa debate os rumos da proteína suína no I Fórum de Agroindustrialização
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Evento do Sistema Ocepar reúne lideranças em Curitiba (PR) para discutir o fortalecimento do setor e os cenários econômicos globais.

Nesta quinta-feira (11/06), o Presidente Executivo da Frimesa, Elias José Zydek, participou como painelista de destaque no I Fórum de Agroindustrialização das Cooperativas Paranaenses, realizado em Curitiba. O encontro, promovido pelo Sistema Ocepar, reuniu mais de 150 pessoas com o propósito de promover o intercâmbio de experiências e fortalecer a agroindústria cooperativa. A iniciativa integra as ações do projeto 25 do PRC300, que rege o Planejamento Estratégico do Cooperativismo Paranaense.

Integrando o “II Painel Temático – Proteína Animal”, Zydek detalhou a dimensão e a força da suinocultura por meio de indicadores estratégicos de mercado trazidos em sua apresentação:

Indicadores de Mercado e Competitividade

  • Dimensão Global: A produção mundial de carne suína atinge 117 milhões de toneladas, sendo que o comércio internacional movimenta 10 milhões de toneladas (8,55% do total).
  • Produção Nacional: O Brasil responde por um montante de 5,65 milhões de toneladas. Desse volume, 73,45% (4,15 milhões de toneladas) abastecem o mercado interno, enquanto 26,55% (1,5 milhão de toneladas) são destinados à exportação.
  • Liderança em Custos: O Brasil apresenta o custo de produção de carne suína mais competitivo do mundo, cotado a US$ 1,10/kg (R$ 5,50). O índice supera concorrentes de peso como Estados Unidos e Canadá (US$ 1,12/kg), China (US$ 1,60/kg) e Europa, que detém o custo mais elevado (US$ 1,73/kg).

Desafios e Ambiente de Negócios

Apesar da ampla vantagem competitiva internacional, o presidente da Frimesa alertou para os desafios essenciais que demandam atenção da agroindústria suinícola nacional.

Como pontos de atenção destacou a necessidade de reter os baixos custos de produção, manutenção do rigoroso status sanitário, abertura de novos mercados, foco total nas exigências do consumidor e monitoramento constante das flutuações cambiais.