Dúvidas Frequentes
Alergia à proteína do leite: Também conhecida como APLV, a alergia à proteína do leite de vaca é uma reação do sistema de defesa do organismo às proteínas do leite. Caseína, alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina são os nomes de algumas dessas proteínas que o nosso corpo não consegue digerir. Quando o diagnóstico é alergia à proteína do leite de vaca, não se pode mais consumir nenhum alimento, nem bebida que contenha leite.
Intolerância à lactose: A intolerância à lactose é quando o organismo não consegue digerir a lactose, que é o açúcar do leite. Ao ingerir alimentos com lactose, mas não tem produção adequada da lactase, enzima que faz a digestão desse açúcar do leite, ela pode ter incômodos na parte intestinal, como diarreias, cólicas, gases e distensão abdominal (barriga estufada como balão). Os sintomas podem aparecer em minutos ou horas após a ingestão do leite de vaca. Quando se tem intolerância à lactose, uma boa alternativa é escolher produtos sem lactose, mas sempre com acompanhamento do seu médico e nutricionista.
A alergia à lactose não existe, pois, a alergia é uma reação à proteína e a lactose é um açúcar presente no leite de vaca.
O termo diet só pode ser aplicado a alimentos destinados a dietas com restrição de nutrientes, como carboidrato, gordura, proteína ou sódio. Ex.: alimentos sem açúcares para diabéticos. Light pode ser utilizado em produtos que tenham redução no valor energético ou determinado nutriente. Isso significa que o produto continua a ter o nutriente, porém em menor quantidade, com a redução mínima de 25%.
Para fazer o chantilly, leve um pote de nata gelada à batedeira. Bata até ficar cremosa, acrescente 3 colheres de açúcar refinado e continue batendo até ficar consistente.
Os produtos zero são assim denominados por não apresentarem em sua formulação determinado nutriente. Por exemplo: o iogurte zero tem 0% gorduras totais. Em produtos derivados de lácteos, normalmente esse termo se refere a gorduras.
É uma proteína presente no trigo, na aveia, no centeio, na cevada e em cereais utilizados na composição de alimentos, medicamentos, bebidas industrializadas e outros produtos não ingeríveis.
Sim. Ao abrir a caixa, o lacre da embalagem é rompido. Por isso, deve-se manter a caixinha na geladeira, evitando o desenvolvimento de micro-organismos. Após aberto conservar em geladeira e consumir por até 3 dias.
Não. A embalagem longa vida é composta por camadas de polietileno, papel e alumínio, materiais que podem estourar na panela de pressão.
UHT é a sigla para “ultra high temperature”, que significa temperatura ultra-alta. É um processo utilizado para esterilização de alimentos através do aquecimento e imediato resfriamento. O produto UHT mais comum é o leite, submetido a uma elevada temperatura (130°C a 150°C) durante cerca de três segundos, resfriado a uma temperatura inferior a 32°C e envasado em embalagens hermeticamente fechadas e esterilizadas.
Não. Esse fato já foi bastante estudado pela literatura científica e agências de saúde nacionais e internacionais, que concluíram que não existe prejuízo nutricional significativo em função do tratamento térmico aplicado ao leite UHT.
Não. O leite longa vida não necessita de nenhum tipo de conservante, pois seu prazo de validade é assegurado pela combinação de quatro fatores: ultrapasteurização, processamento e envase asséptico, remoção de todo o ar do interior da embalagem no momento do envase e embalagem. O processo UHT e a embalagem longa vida garantem a segurança do leite por empregar altas temperaturas que impedem a sobrevivência e o crescimento de micro-organismos. O isolamento do ambiente através da embalagem cartonada evita riscos à saúde do consumidor, sem a necessidade de conservantes artificiais.
• Leite integral UHT: 3,0% gorduras totais, 2,45% gorduras saturadas, 3,1% proteínas e 4,85% carboidratos. Cada 100 ml do produto contém cerca de 59 kcal.
• Leite semidesnatado UHT: 2,0% gorduras totais, 1,7% gorduras saturadas, 3% proteínas e 4,9% carboidratos. Cada 100 ml fornece cerca de 40,5 kcal.
• Leite desnatado UHT: máximo de 0,5% gorduras totais, 0% gorduras saturadas, 3,1% proteínas e 4,9% carboidratos. Cada 100 ml proporciona cerca de 32 kcal.
Não. É impossível que a embalagem seja reutilizada ou que o produto retorne depois de vencido para nova ultrapasteurização. A legislação brasileira proíbe a repasteurização de leite, bem como a comercialização de produtos vencidos.
A embalagem do leite longa vida é composta por seis camadas de proteção: uma camada de polietileno para proteger a embalagem contra a umidade externa; uma camada de papel que confere estrutura e resistência à embalagem; uma camada de polietileno para aderência entre as camadas internas; uma camada de alumínio para evitar a passagem de oxigênio, luz e micro-organismos; e, por fim, duas camadas de polietileno que evitam todo e qualquer contato do leite com os materiais internos da embalagem. O resultado é uma embalagem de alta qualidade que, além de proteger o alimento contra a ação da luz, do ar, da água e dos micro-organismos, evita que o aroma natural do produto se dissipe, mantendo assim a integridade do alimento por mais tempo.
Por causa do seu processo de fabricação, a embalagem longa vida dispensa refrigeração. Então, além de proteger o conteúdo, garantindo sua durabilidade por até 120 dias antes de ser aberto, isso economiza energia da geladeira e de caminhões frigoríficos. O peso reduzido também economiza recursos naturais e combustível durante o transporte.
Sim, pois protegem os alimentos de uma forma eficiente e por um tempo maior que de outras embalagens.
O papel usado nas embalagens longa vida é produzido a partir de fibras de celulose de madeiras de árvores (pinus). O polietileno é produzido a partir do petróleo, porém apenas 4% do petróleo consumido no Brasil é destinado para a produção de plásticos. O alumínio, por sua vez, é extraído do solo de uma rocha chamada bauxita.
Sim. A principal técnica é a reciclagem do papel e a reutilização das camadas de plástico e alumínio em indústrias de plásticos. Existem também tecnologias mais modernas que recuperam energeticamente o polietileno e obtêm o alumínio metálico. Uma vez purificadas, as fibras de papel podem ser usadas para a produção de papel reciclado utilizado na confecção de caixas de papelão. O material restante, composto de alumínio/polietileno, pode ser usado para produzir peças plásticas como cabos de pá, canetas, réguas, coletores, pallets e outras.