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Frimesa supera meta e ultrapassa a marca de 10% de reuso de água em suas operações em 2025

13 Ago. 2026 < 1 min de leitura

Frimesa supera meta e ultrapassa a marca de 10% de reuso de água em suas operações em 2025
Frimesa supera meta e ultrapassa a marca de 10% de reuso de água em suas operações em 2025
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Estratégia de sustentabilidade consolida investimentos em economia circular e mitigação de riscos hídricos nas cadeias de carnes e lácteos

Medianeira (PR), julho de 2026 – Comprometida com a preservação ambiental e a eficiência operacional, a Frimesa, uma das maiores cooperativas de alimentos do país e quarta maior indústria de carne suína do Brasil, ultrapassou a marca histórica de 10% de água reutilizada em suas unidades ao longo do ano de 2025. O marco consolida a estratégia de economia circular hídrica desenhada no plano de longo prazo da cooperativa e reflete o avanço prático dos compromissos de sua agenda ESG.

O volume de água de reuso alcançou a expressiva marca de 505 milhões de litros  no período, volume 33% maior em relação ao ano anterior (2024). O avanço é um reflexo direto de investimentos estruturados em tecnologias de tratamento de efluentes e da promoção de uma cultura corporativa voltada ao uso consciente da água.

Contribuir para o desenvolvimento sustentável significa fortalecer as bases que sustentam a perenidade de nossa cooperativa“, afirma Elias José Zydek, Presidente Executivo da Frimesa. “Atingir e superar os 10% de reuso de água expressa nossa evolução na eficiência do uso de recursos e na redução de pressões ambientais associadas às nossas operações.”

Com a meta de reuso para 2025 alcançada com sucesso, a Frimesa agora direciona seus esforços para o próximo grande marco hídrico estabelecido em seu Roadmap Frimesa ESG 2040: reduzir o consumo de água nas indústrias em 10% até 2030.

Para alcançar o novo objetivo, a cooperativa prevê a conclusão de seu mapa de gerenciamento de risco hídrico em 2026, o que permitirá classificar detalhadamente as unidades operacionais conforme o nível de vulnerabilidade hídrica regional, além de continuar a revisão de processos, automação de monitoramentos e auditorias periódicas.